Férias · Viagem

Tô de férias!!! Viagem para Resistência

Como eu disse no outro post, não existia ônibus de Asunción, Paraguai para Salta, Argentina. Embora eu não sabia antes, Salta sempre foi o destino “fixo” da viagem, porque Nathalia queria muito conhecer a cidade. Por isso, pegamos um ônibus na rodoviária de Asunción para Resistência. Também dois andares, com poltronas super confortáveis, água, café e até um lanchinho para cada um dos passageiros (isso porque eles não param durante a viagem igual aqui no brasil). Nesse lanche veio um pão com queijo e presunto, uma empanada de carne e um alfajor.

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Chegando em resistência de madrugada nos deparamos com um frio enorme sem estarmos devidamente vestidas pra isso. Portanto, abrimos as malas pra nos vestir melhor e esperar até conseguirmos ir ao local em que iríamos nos hospedar. Importante: Resistência é bastante quente no verão, mas no inverno possui um frio bonzinho. E a rodoviária da cidade é aberta, então entra o vento gelado por todos os lados. Além disso, você pode utilizar a internet por apenas 1 hora e ela não renova! Mas se você tentar, pode conseguir descobrir a senha do wi-fi de alguma loja ou até da área de informações para turistas.

Como eu não gostei muito de Asunción, Resistência foi um choque, porque além de ser completamente diferente, tinha um ar de cidade maior e mesmo assim interior. As praças da cidade são lindas e cada vez que eu passava em uma era uma foto diferente. Como nos hospedamos longe do centro, mais uma vez, tivemos que pegar o ônibus para conhecermos as coisas. Mas não é aceito dinheiro no ônibus. É necessário que o passageiro possua sua tarjeta recarregável ou pague alguém que está no ônibus para passar a tarjeta.

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Eu e Nathalia, no primeiro ônibus que pegamos, não sabíamos disso e não entendemos nada do que o motorista ficou falando. Portanto, tivemos uma viagem grátis em Resistência! Mas logo que chegamos no centro, compramos nossa tarjeta e recarregamos (o melhor local para fazer isso é ao lado da claro – sim a empresa de telefone – perto de alguma praça da cidade e seu horário de funcionamento é de segunda à sexta de 8 hrs até 12hrs e 16hrs a 20hr).

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Na nossa primeira noite na cidade fomos convidadas a ir em um aniversário do irmão de um moço que conhecemos (do aplicativo couchsurfing – depois conto mais sobre ele e alguns detalhes a mais da viagem). Fomos para a festa com uma russa e um chileno que conhecemos. Foram horas de vinho, os convidados cantando música com o violão e no final, após o parabéns o aniversariante tirou foto com todos os amigos e exigiu foto com os “estrangeiros”.

Com isso, fizemos amizades e com elas fomos à uma noite de exibição de um filme clássico (acho que Argentino), no qual eu entendi a história apenas pelas imagens, porque não dava pra compreender um “a” que falavam. Visitamos restaurantes charmosos e com promoções de café da manhã (combo 1 suco de laranja + 1 café + 2 medialunas + 2 chipas) por um bom preço.

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Conhecemos La Rambla de las Esculturas, onde várias esculturas estão em uma espécie de calcadão ao céu aberto. Resistência é conhecida por ter esculturas pela cidade toda. Isso mostra o quão cultural é a cidade.

E como parte importante da viagem, comemos bastante e a melhor experiência culinária que eu tive em Resistência foi a descoberta de uma sobremesa chamada Torta Rogel. É uma massa crocante recheada com doce de leite maravilhosa.

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Importante: Em alguns lugares na Argentina, existe a siesta. Tudo fecha por um tempo após o almoço, para as pessoas descansarem. Como não tínhamos pra onde ir e nem o que fazer, almoçávamos e voltávamos para nossa hospedagem até dar o fim da siesta e tudo reabrir na cidade. (É por isso que possui esse intervalo gigante no funcionamento das lojas de recargas de tarjetas).

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Dica: Existem muitos kioskos pelas cidades em que passamos e Resistência era lotada deles. São lojinhas pequenas que vendem de tudo.

Passamos mais do que o tempo previsto em Resistência pelo fato da cidade ser muito charmosa e termos feito amizade por lá. Visitamos por um dia uma cidade visinha chamada Corrientes – dá pra ir de ônibus (aquele da tarjeta) – mas isso eu conto em um próximo post.

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Férias

Tô de férias!!! Viagem para Asunción

De Puerto Iguazú decidimos partir para a capital do Paraguai: Assunção. Confesso que Asunción está longe de ser meu destino preferido, porque a cidade não é muito turística e em um dia conseguimos visitar tudo o que queríamos.

Fomos com uma empresa de ônibus de Puerto para Asunción (Argentina x Paraguai). A passagem foi em torno de R$ 50,00 e a viagem teve duração de aproximadamente 6 horas. O ônibus possui dois andares (viajamos no andar de cima e na poltrona da frente, que possui uma visão linda da estrada), com cadeiras confortáveis, água e banheiro.

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Quando chegamos em Asunción era tarde da noite, por isso fomos para o local que íamos ficar hospedadas – longe do centro – e logo cedo pegamos um ônibus para conhecermos a parte central da cidade. Minha primeira impressão é de que a cidade é uma LOUCURA! Os ônibus variam de 120 ou 130 mil guaranis, dependendo de qual ônibus você pegar. Eles mal param pra você descer – mas como eu sempre ficava na porta esperando o ônibus parar o máximo possível, acho que o motorista percebia que ia ter que parar pra gente sair.

E ah, sim. MIL! A moeda do Paraguai – guaranis – é muito desvalorizada, o que impressiona e assusta! Quando eu via as coisas com valores sempre acima de mil era sempre um novo susto e uma nova palpitação no coração.

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O que me agradou muito na cidade foi as comidas típicas que pude experimentar. Uma vez no Paraguai, “La chipa” e “El Chipa Guasú” devem estar na sua lista para experimentar, obrigatoriamente.

A cidade possui poucas coisas no centro para conhecermos e estava com acampamentos de pessoas protestando nas praças, além de prédios federais destruídos e muita polícia na rua. Então em um único dia estávamos prontas para seguir viagem. Como eu disse no último post sobre o mochilão, deixamos em aberto as nossas escolhas, por isso conhecíamos a cidade e ali decidíamos o que iríamos fazer em seguida.

Nosso próximo destino era Salta, mas não havia ônibus de Assunção para lá. Por isso tivemos que ir para o próximo destino possível: Resistência, Argentina. E é lá o nosso próximo post da viagem.

Férias · Filmes · Livros

Uma Longa Jornada

Com o kindle, manter o hábito de leitura se tornou bem mais fácil. Todos os livros estão ali. Termina um e começa outro. E o primeiro livro que me aventurei no meu novo aparelho foi “Uma longa jornada” do Nicholas Sparks.

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Sinopse: “Aos 91 anos, com problemas de saúde e sozinho no mundo, Ira Levinson sofre um terrível acidente de carro. Enquanto luta para se manter consciente, a imagem de Ruth, sua amada esposa que morreu há nove anos, surge diante dele.Mesmo sabendo que é impossível que ela esteja ali, Ira se agarra a isso e relembra diversos momentos de sua longa vida em comum: o dia em que se conheceram, o casamento, o amor dela pela arte, os dias sombrios da Segunda Guerra Mundial e seus efeitos sobre eles e suas famílias.
Perto dali, Sophia Danko, uma jovem estudante de história da arte, acompanha a melhor amiga a um rodeio. Lá, é assediada pelo ex-namorado e acaba sendo salva por Luke Collins, o caubói que acabou de vencer a competição. Ele e Sophia começam a conversar e logo percebem como é fácil estarem juntos. Luke é completamente diferente dos rapazes privilegiados da faculdade.
Ele não mede esforços para ajudar a mãe e salvar a fazenda da família. Aos poucos, Sophia começa a descobrir um novo mundo e percebe que Luke talvez tenha o poder de reescrever o futuro que ela havia planejado. Isso se o terrível segredo que ele guarda não puser tudo a perder.”

O livro, no início, me deixou meio confusa. 3 personagens (Sophia, Ira e Luke), cada um com seu capítulo, contam sobre suas vidas, o que os levou até onde eles estão, sempre com um toque de mistério. Eu não entendia porque três personagens que possuem nada em comum, além da cidade em que vivem, estavam relatando experiências completamente diferentes. No momento em que você acha que sabe o que vai acontecer, eles te surpreendem! Como todos os livros do autor, ele possui drama, mas admito que esta possui a dose certa!

Ira, no início me entediava com as histórias que sempre levavam ao amor imenso que ele sentia por sua falecida esposa. No entanto, com o passar do livro comecei a apreciar melhor os seus capítulos e a compreender o que ambos passaram juntos. Sem perceber, em momento algum, que o amor dele por ela era tão grande a ponto de levar o livro a um final surpreendente.

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Sophia era tipicamente a garota certinha,  que sabe o que quer na vida, mas não está conseguindo alcançar os seus objetivos facilmente. Ela estuda artes na universidade e procura um estágio ou emprego na área.

Luke é um jovem que cresceu no interior junto com os pais na fazenda da família. Após o falecimento do pai e algumas dificuldades, Luke começa a seguir o caminho que o pai seguiu: montaria em touros.

O que mais me deixou entusiasmada com o livro foi exatamente o final. Não irei contar o que acontece, para caso quem não leu não ficar sabendo, mas é incrível a surpresa que o fim te deixa. Principalmente quando o leitor já conhece as obras do Nicholas Sparks.

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O livro pode ser encontrado no site e lojas da saraiva e também há o filme – muito bom e que retrata muitíssimo bem os personagens e a história. Algumas situações, como sempre, não vejo como necessárias terem sido mudadas do livro para o filme, mas isso não tira a qualidade do longa.

 

 

Férias · Viagem

Tô de férias!!! Mochilão pela Argentina – O início da viagem

No dia em que descobri que tinha sido chamada para a UFOB liguei para contar a novidade à minha irmã e com sorte foi no momento em que ela estava comprando as passagens para sua próxima viagem: um mochilão pela Argentina. Com isso, fui convidada por ela a passar quase um mês viajando pelo país visinho, sem planejar muito, já que a ideia da viagem era ir para onde tivéssemos vontade de ir.

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Foto da A Vida é Como um Livro

Nossos destinos iniciais eram: Foz do Iguaçu (Brasil), Puerto Iguazú (Argentina), Salta (Argentina), Cafayate (Argentina) e Asunción (Paraguai). Ainda tínhamos a ideia de ir para a Bolívia – por isso fomos até o aeroporto de Vitória na Anvisa para emitir meu cartão de vacinação internacional de febre amarela.

Importante: Agora existem novas regras para tirar o seu certificado de vacinação internacional. É necessário comprovar que está indo viajar para local que esse comprovante é obrigatório.

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Saímos do Aeroporto de Vitória com destino ao Aeroporto de Guarulhos. Lá esperamos um tempinho até pegarmos nosso vôo para Foz do Iguaçu. Em São Paulo decidimos que iríamos nos hospedar na Argentina e atravessar a fronteira quando fosse preciso para conhecer as atrações turísticas de Foz, pois apesar da Nathalia já ter visitado, eu ainda não conhecia.

Os ônibus para Puerto Iguazú passam em um ponto na rua lateral à rodoviária. Neles há a bandeira do Brasil e da Argentina pintadas. As passagens variam de preço, mas em média custam R$ 4,00 – mais barato que muito ônibus municipal e intermunicipal pelo Brasil.

Mango Chill Hostel

O hostel que encontramos enquanto pesquisávamos em São Paulo, era bastante próximo da rodoviária de Puerto Iguazu – o que ajudou muito, já que viajamos com malas e não mochilas. Ele se chama Mango Chill Hostel e é uma gracinha! O lugar possui charme próprio e conta com os funcionários atenciosos, com os quais fizemos amizade e mantemos nas nossas redes sociais. Adoramos a hospedagem e no final da viagem, quando necessitamos voltar para Puerto nos hospedamos nele de novo!

Na primeira noite nos contentamos em andar pela cidade argentina. Sendo a minha primeira vez no país, tudo era novidade. Conhecemos uma feira onde bastante alfajor, doce de leite e parrijas (churrasco) eram vendidos. E além do mais, pela proximidade com o Brasil, cantores nos bares cantando músicas brasileiras era o que não faltava. Isso me fazia selecionar o lugar em que íamos comer, já que eu não estava na Argentina para ouvir música e comer comida brasileira – o importante é se deixar levar pela cultura local. Achamos um local com promoção de empanadas – o que você não pode deixar de experimentar caso for visitar o país – e ali ficamos.

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Empanadas – Possuem vários recheios (carne, frango, queijo, etc) e podem ser fritas ou assadas

No dia seguinte acordamos cedo e pegamos o ônibus para Foz do Iguaçú para conhecermos o Templo Budista e as Cataratas. No mosteiro foi uma surpresa. As esculturas enormes e lindas eram atrações maravilhosas e enquanto caminhávamos entre elas a oração que os monges estavam realizando se fazia ouvir e trazer mais paz ao lugar. Para se chegar ao Templo de ônibus é só pegar o 103 que sai da rodoviária e pedir ao motorista ou o cobrador para darem sinal no ponto correto – não se assuste, ele é beeeem longe mesmo!

Nathalia já conhecia As Cataratas, mas eu nunca tinha ido. A experiência foi incrível de todas as maneiras. O parque contém restaurante próprio, lojinha e é tudo muito lindo lá dentro. A Mata Atlântica é muito preservada e os animais são priorizados a todo custo – caso uma onça esteja em algum local próximo à trilha ou nela própria, o local é interditado. Em diversos pontos são encontradas placas orientando o que fazer caso encontrar uma onça – Não correr, não abaixar, etc.

Além das onças também tem os quatis, que roubam sua mochila a qualquer sinal de alimento. Eles são selvagens e transmitem raiva. É proibido alimenta-los.

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O parque é lindo e as cataratas também. É uma energia positiva absurda que lugar transmite. Apesar de que elas estavam com um volume maior de quando Nathalia foi pela primeira vez.

Os ingressos possuem preços diferentes para brasileiros, moradores da América do Sul e o resto do mundo. Como sou brasileira e estudante, paguei 37 reais no meu ingresso.

Ao voltarmos para o hostel fomos convidadas para ver um espetáculo de luzes no marco das três fronteiras no lado argentino e conhecemos alguns hospedes do local. Ao retornarmos passamos o resto da noite jogando baralho com quatro israelenses que conhecemos e fizemos amizade. Tentamos manter o contato desde então.

No dia seguinte acordamos cedo e partimos para Asunción, a capital do Paraguai. Mas isso é assunto para outro post!

Faculdade

Como eu cancelei meu FIES

Essa é uma pergunta que ouço direto. Ou os meus amigos precisam cancelar o financiamento ou conhecem alguém que precisa, então sempre tem alguém que vem me perguntar como é, como faz, etc. Por isso eu decidi vir aqui e explicar como é o processo de cancelamento antecipado – lembrando que depois de cancelado, o beneficiado perde o direito do financiamento.

Primeiramente é necessário pedir o cancelamento do contrato pelo site do sis fies (isso só é possível no período do dia 01 ao 15 de cada mês – excetuando junho e dezembro). Para logar no site você deve inserir seu CPF e a sua senha. Ao entrar, na parte central e inferior da tela tem escrito Aditamentos disponíveis com várias abas, inclusive a Encerramento. Clique nesta e no semestre em que está (no meu caso, 2º/2017). Você será direcionado aos passos para o cancelamento adiantado do contrato.

Não sei se todos, mas no meu cancelamento foram dois passos. O primeiro passo da solicitação de encerramento tinha os dados da minha instituição de ensino, o local (campus) de oferta, o meu curso, os termos do meu financimento (mensalidade, porcentagem financiada, etc) e a possibilidade de escolher a melhor forma de encerramento antecipado.

Nessa parte de escolha são dadas 4 opções e você irá escolher qual a melhor para você. São elas:

Permanecer na fase de utilizaçãoas fases de utilização e de carência são mantidas até o final do prazo estabelecido, assim como o pagamento trimestral de juros, e a fase de amortização é iniciada no mês seguinte àquele do término do período de carência. (Nessa opção, o estudante paga as parcelas trimestrais de R$ 150,00 e ao final, cumpre a fase de carência – ou seja, 18 meses pagando 150,00 – e a amortização – quita o restante do financiamento com parcelas fixas e maiores. Sendo que a fase de amorização irá começar um mês após o fim do período de carência.)

Antecipar a fase de carênciaa fase de utilização é interrompida e a fase de carência é iniciada no segundo mês subsequente ao da assinatura do Termo de Encerramento, mantido o pagamento trimestral de juros até o término da carência. (Nessa opção, o estudante começa a pagar as parcelas trimestrais de R$ 150,00 no mês seguinte à assinatura do Termo de Encerramento. Quando terminar essa etapa, ele passa a quitar as parcelas do financiamento sem ter um período de carência para isso.)

Antecipar a fase de amortizaçãoa fase de utilização é interrompida e a fase de amortização é iniciada no segundo mês subsequente ao da assinatura do Termo de Encerramento, mediante o pagamento das prestações do financiamento. (Nessa opção você paga tudo seguindo o prazo de 3 vezes o tempo de utilização do financiamento + um ano. Portanto, se o curso possui 4 anos de duração, você terá 13 anos para pagar o restante que falta.)

Liquidar o contrato no ato do encerramentoo pagamento do saldo devedor do financiamento ocorre na data de assinatura do Termo de Encerramento.

O estudante deve-se atentar às informações seguintes:

  1. O início das fases de carência e de amortização, no caso de encerramento integral nas modalidades “Antecipar a fase de carência” e “Antecipar a fase de amortização”, ocorrerá no primeiro mês do semestre de competência do encerramento;
  2. Quando se tratar de encerramento parcial, o encargo educacional é devido pelo estudante até o mês de assinatura do Termo de Encerramento;
  3. O prazo de amortização do financiamento é calculado com base no período efetivo de utilização do financiamento, excetuando-se aquele transcorrido durante o período de dilatação.

Ao escolher a melhor opção para si, o estudante irá clicar em “Gravar e prosseguir”. Com isso, o FIES irá informar o prazo para o comparecimento ao banco em que foi assinado o contrato de financiamento (caso tenha fiador, é necessário ele ir junto). Depois dessa etapa, o seu financiamento está encerrado e a faculdade irá parar de receber a mensalidade pelo sistema do FIES. Caso queira cancelar sua matrícula é necessário fazer diretamente com a instituição.

IMPORTANTE: O encerramento será feito após o primeiro dia do mês seguinte à solicitação.

É isso. Não é difícil de se fazer, mas possui certa burocracia. Lembrando que pode-se desistir do encerramento antes de ir no banco para assinar o termo, pois o pedido de cancelamento é anulado quando o estudante não comparece na agência no tempo estipulado pelo sistema. Contudo, depois que o termo é assinado, não tem como voltar atrás.

DICA: Quando fiz meu FIES coloquei meu banco em Ponte Nova justamente por possuir conta nele (já que minha mãe foi informada que o estudante deveria possuir conta no agência escolhida). Contudo, isso não é verdade. Por isso, escolha o banco na cidade em que vai estudar ou na sua cidade natal, pois assim fica mais fácil de resolver as situações na agência – principalmente se o seu aditamento não for simplificado e a cada semestre você precisar comparecer ao banco.

Férias · Viagem

Tô de férias!!! Viagem para Ouro Preto

Como fui convocada para o segundo semestre da UFOB que dia 20 de novembro (do dia 30/10 ao dia 18/11 é a escola de estudos temáticos), pude dizer com muita alegria: tô de férias!!! A qual eu aproveitei bastante e por isso sumi daqui. E com isso vou compartilhar aqui no blog o que estou fiz nesse “tempinho”.

Fui convocada para confirmação de matrícula na federal no dia 17 de março. A partir daí comecei a pesquisar sobre o cancelamento do fies, já que eu me mudei da FADIP para UNEC por possuir o financiamento. Fiz todo o processo online no dia 01 de abril (porque o processo de encerramento do financiamento pode ser feito apenas do dia 01 ao 15 de cada mês) e fui comparecer ao banco na data marcada pelo sistema.

Como meu banco era em Ponte Nova – MG (já que minha primeira faculdade era lá), combinei com minha irmã que por lá ser pertinho de Ouro Preto, iríamos passar o final de semana na histórica cidade, já que eu não a conhecia. Minha tia e minha mãe se juntaram à aventura e lá fomos nós.

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Chegamos em Ouro Preto de tarde e deixamos nossas coisas no hostel Brumas para andarmos pela cidade. Como estávamos hospedadas bem pertinho da praça central da cidade, fomos conhecer ali primeiro. O primeiro lugar que visitamos o Museu da Inconfidência, antiga casa da câmara e cadeia de Vila Rica. Apesar de ser de biomédicas, sempre tive uma paixão por humanas, sendo história do Brasil uma segmento do conteúdo que me atrai muito. Portanto, fácil perceber que um passeio pela antiga Vila Rica me agradou demais.

Além dos museus, visitamos as igrejas maravilhosas da cidade, cada uma com sua beleza e riqueza. Particularmente, a Igreja de São Francisco de Asis me deixou tão maravilhada que ao adentrar não tive palavras para falar o que estava sentindo. A sua arquitetura é minuciosa e absurdamente maravilhosa. Sem falar das pinturas, principalmente no teto.

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Pintura no teto da Igreja de São Francisco De Asis em Ouro Preto. 

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Também tivemos o privilégio de conhecer a casa de Tomas Antônio Gonzaga, onde encontramos guias apaixonados por história e conhecedores da história do ativista. O museu de farmácia, por interesse principalmente da minha irmã – farmacêutica.  E a Casa dos Contos, onde o que mais me impressionou – de modo negativo, obviamente – foi a senzala úmida no subsolo, com janelas gradeadas (o que não havia em todas, segundo o guia) e os instrumentos usados pelos escravos ou para com eles. Visitar locais como esse é tomar um choque de realidade sobre o que a ignorância e a prepotência pode fazer com a vida do outro.

Ouro Preto é um lugar que transpira cultura e história. É olhar para o lado e lembrar das aulas de história do Brasil, entender um pouquinho do que aconteceu e ainda se sentir imerso no século passado. Para isso ainda existem locais na cidade que por 15,00 você se caracteriza com roupas de época… É claro que eu e minha mãe não perdemos a oportunidade!

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Na volta para casa passamos por Mariana apenas para conhecer a Praça Minas Gerais  que contém as igrejas Nossa Senhora do Carmo, a São Francisco de Asis, a Câmara Municipal (antiga Casa da Câmara e cadeia, anexados ao armazém e à Capela dos Passos) e o pelourinho.

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O nosso roteiro direitinho vou deixar vocês verem no blog da Nathalia, já que foi ela quem planejou tudo e por isso, conta tudo em melhores detalhes. A minha melhor dica dessa viagem é sempre tornar algo chato, burocrático em algo inesperado.

Faculdade

Eu – finalmente – passei!!

Gritar isso, apesar de que possa soar maravilhoso, não foi tão bom assim. Durante o meu terceiro ano e os meus primeiros dois anos de pré vestibular eu não prestava – pra valer – as faculdades e universidades particulares por aí. Apesar de que no Espírito Santo é comum ter cursos extras para as provas tradicionais eu nunca tinha frequentado algum e nem possuía interesse. Meu objetivo mesmo era passar em uma federal ou na universidade dos meus sonhos – UERJ.

Mas o tempo foi passando e a vaga na federal não aconteceu. Com isso, resolvi “abrir o leque de opções”, já que isso me faria ficar menos neurótica por ter mais opções. “Se não deu certo nessa, dá na próxima”.

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Comecei meu terceiro ano de cursinho mais tranquila, mais leve. Com o tempo passando ele se tornou bem pesado e eu já não estava aguentando o ritmo. Com certeza seria meu último ano de vestibulares – com aprovação ou não. Sem arriscar pra valer nenhum vestibular de inverno, cheguei no final do ano com várias provas marcadas e prestei todos os exames tradicionais possíveis – exatamente 4.

Depois de um tempo recebi um e-mail me informando da minha primeira aprovação. Foi uma mistura de sentimentos, mas o alívio não estava ali. Eu senti que entrei em um novo problema: o pagamento da faculdade. Apesar de ter certeza que meus pais fariam tudo pra me manter o medo me pegou de jeito e eu não soube comemorar a minha conquista.

bsujbsuFoto que veio em anexo no e-mail em que fui informada da minha primeira aprovação.

Então vieram mais aprovações: das outras 3 faculdades particulares que eu prestei. Consegui FIES, deu uma aliviada, mas ainda tinha o peso de ter que arcar com aquilo tudo… Então o melhor aconteceu: fui chamada para o Cadastro de Reserva da UFOB. Meus pais levaram minha documentação e eu finalmente fui convocada para matrícula. Minha quinta aprovação é uma federal. E ela trouxe o alívio, o choro entalado, a felicidade e a gratidão junto.

E é a partir daí que começamos esse blog… “Por si só” com destino à Barreiras – Bahia.